terça-feira, 2 de agosto de 2011

Quem são os coroinhas

Coroinha



Coroinha (do latim pueri chori, "menino do coro") é uma criança ou adolescente, geralmente do sexo masculino, que auxilia os sacerdotesnas funções do altar.
Em 1994, o papa João Paulo II autorizou que meninas também servissem ao altar; a Encíclica Redemptionis sacramentum prevê essa circunstância. Atualmente, em algumas paróquias a função de coroinha é permitida também às meninas, mas sua autorização deve provir doOrdinário local.
No Brasil, confunde-se "coroinha" com "acólito", todavia, coroinha não é um ministro instituído, isto é, ordenado pelo Bispo, característica do acólito.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coroinha

A história de são Domingos Savio


Nascido em Riva, Piedmont, Itália, em 1842; e morreu em Mondonio tambem na Itália em 9 de março de 1857. Foi beatificado em 1950 e canonizado em 1954.
Domingos era um de três filhos de um ferreiro e cresceu com desejos de ser um padre. Quando São João Bosco começou a treinar jovens como clérigos para ajudá-los no cuidado de meninos de rua, em Turim o padre da paróquia de Domingos o recomendou a João Bosco, o qual mais tarde escreveu a biografia de Domingos de tão impressionado que ficou ao conhece-lo.
Em outubro de 1854, na idade de 12 anos Domingos tornou-se um estudante no Oratório de São Francisco de Sales em Turim. Ele é mais conhecido pelo grupo que organizou chamado a "Companhia da Imaculada Conceição".
Em adição a sua devoção, ele fazia vários trabalhos como, varrer o chão e tinha especial paciência e cuidado com os jovens mais travessos. Logo que começou no Oratório Domingos separou uma luta entre dois rapazes que se atiravam pedras. Segurando um crucifixo entre eles ele disse : " Antes de lutarem olhem para isto" e em seguida disse "Jesus não tinha nenhum pecado e Ele morreu perdoando os seus executores, nós vamos ultraja-Lo sendo deliberadamente vingativos?"
Ele escrupulosamente seguia a disciplina da casa e com isto angariava o ressentimento dos outros jovens que esperam dele o mesmo comportamento. Não obstante, ele nunca ofendia quem o tratava mal. Talvez se não fosse a orientação de São João Bosco ele teria se tornado um fanático. Bosco o proibiu de fazer qualquer mortificação ao seu corpo sem sua permissão. Bosco certa vez encontrou Domingos, numa noite fria, em sua cama tremendo sem um só lençol por cima. "Não seja louco disse ele a Domingos, você poderá pegar pneumonia !" . "Por que eu? " perguntou Domingos " O meu Senhor não pegou pneumonia na manjedoura em Belém?"
Em outra ocasião Domingos sumiu de manhã até o jantar. Bosco o encontrou no coro da igreja de joelhos, em oração. Ele ficou lá por 6 horas depois que a missa havia acabado e disse que estava "distraído" . Sempre se referia a suas orações intensas como estando "distraído" orando e não havia visto o tempo passar.
Bosco reportou ao Papa Pio IX o desejo de Domingos em servir na Inglaterra e a Inglaterra tornou-se uma primeira preocupação de Bosco. Alguns dizem que isso era devido ao ímpeto de Pio IX de restaurar a hierarquia da Igreja na Inglaterra.
Domingos tornou-se conhecido como uma pessoa com dons espirituais especiais e que reconhecia a necessidade das pessoas, bem alem do percebido pelo padre comum e tinha uma habilidade de profetizar o futuro.
Entretanto, a frágil saúde de Domingos piorou e ele foi enviando para Mondonio para uma mudança de clima. Foi diagnosticado como tendo tuberculose e logo começou a sangrar e isso apressou sua morte. Ele recebeu os últimos sacramentos e pediu ao padre para ler a oração dos mortos e no final ele sentou-se e disse: "Adeus meu caro padre" ; sorriu e exclamou!:" Estou vendo coisas maravilhosas" e logo depois ele morreu sorrindo tão calmo e feliz, que ninguém duvidou de sua visão do paraíso.
Pouco tempo depois, São João Bosco escreveu sua biografia, o que contribuiu para a sua canonização. Ele foi a pessoa mais jovem a receber a canonização, na história da Igreja.
Ele é o padroeiro dos cantores de coro da igreja e delinqüentes juvenis.



Fonte:http://www.cademeusanto.com.br/sao_domingos_savio.htm

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A história de são Tarcísio


Tarcísio era coroinha na Igreja de Roma, no ano 258 aproximadamente. Ele acompanhava o Papa Sisto II na Missa (esse Papa morreria no mesmo ano, por ser cristão). Nessa época, a Missa era celebrada embaixo da terra, nas catacumbas, devido às perseguições do imperador romano, Valeriano.
Quando os cristãos eram presos, quase sempre eram mortos, e era costume levar a Eucaristia (às escondidas) para que eles não desanimassem e nem perdessem a fé.
Um dia, às vésperas de um martírio de cristãos, era preciso levar a Eucaristia a eles. O problema era a falta de pessoas que o fizessem. Foi quando Tarcísio se ofereceu para tal serviço. O Papa Sisto II e os demais cristãos que estavam nas catacumbas não concordaram com a idéia, pois Tarcísio poderia ser morto. Tarcísio, porém, argumentou que, por ser uma criança, ninguém desconfiaria dele. Afirmou, ainda, que preferia morrer a entregar a Eucaristia aos pagãos romanos. Após ter dito isso, seu nome foi aceito.
- Vai, Tarcísio - exclamou o Papa.
- Aqui estão as hóstias consagradas. Aqui está Jesus, que irás levar aos nossos irmãos prisioneiros. Que Ele te acompanhe. Vai, meu filho!
O pequeno coroinha subiu as escadinhas sombrias do subterrâneo e ganhou a rua. Parece que ninguém reparou naquele menino que caminhava um tanto fora da rua, com as mãos sobre o peito, guardando o bem mais precioso: A Sagrada Eucaristia.
Passando por um caminho, chamado de VIA ÁPIA, alguns garotos chamaram Tarcísio.
- Venha brincar conosco. Falta um parceiro para começar o jogo.
- Agora não posso. Vou levando um recado urgente. Na volta, sim.
- Queremos agora… Mas o que vai levando aí? Mostre-nos logo.
Ele se recusou. Os garotos insistiram, ameaçaram, empurraram. Ele resistia porque, pagãos como eram, poderiam profanar as sagradas espécies. A resistência fez recrudescer o assanhamento dos garotos. Começaram a dar-lhe pontapés e pedradas. O menino caiu no chão, ensangüentado.
As mãos continuavam protegendo a Santa Eucaristia. Foi quando apontou ali um soldado, guarda do quarteirão. Era Quadrato que, às escondidas, costumava 
freqüentar o culto dos cristãos. Os moleques fugiram ao ver o soldado aproximar-se. Levantando do chão o pequeno mártir, exclamou surpreso e comovido:
- É o Tarcísio. Já vi esse menino nas catacumbas…
O pequeno mártir morreu nos braços do soldado, com as mãos apertando ainda a Santa Eucaristia contra o peito.
- É o Tarcísio: o pequeno coroinha que, desde cedo amou Jesus Cristo na Sagrada Eucaristia, e é, para nós hoje, um exemplo a ser seguido.
São Tarcísio, patrono dos coroinhas e dos Ministros Extraordinários da Eucaristia!


Fonte: http://www.sav.org.br/?system=news&action=read&id=1726&eid=277


Como servir a Missa (um só coroinha)?

Regras básicas:
A) O coroinha deve decorar todas as respostas, pois a responsabilidade primária de 
responder é dele, e não dos fiéis. 
B) O coroinha sempre ficará ajoelhado do lado oposto ao lado onde está localizado o Missal.
C) O coroinha deve agir sempre com muita piedade e devoção, pois é uma grande graça 
servir a Santa Missa
Regras básicas:

Como servir a Missa (um só coroinha)?
1) Orações ao pé do altar: o coroinha se coloca do lado oposto do Missal, ajoelhado sobre o 
chão. No Confiteor, ele se inclina bastante e vira para o Padre quando diz “et tibi 
Pater”e “et te Pater”. Inclina a cabeça quando o Padre diz “Gloria Patri” e também fica 
com a cabeça abaixada quando o Padre começa a rezer o “Deus, tu conversus”.
2) O coroinha levanta um pouco a alva do Padre para ele subir o altar. O coroinha se 
levanta e se ajoelha sobre o primeiro degrau, mais à esquerda
3) O coroinha fica ajoelhado até o final da Epístola. Quando o Padre começar a rezer o 
Gradual/Aleluia, o coroinha se levanta e vai buscar o Missal por fora do altar.
4/5) Ele pega o Missal e desce e sobe os degraus na transversal, fazendo a genuflexão no meio do altar. Ele coloca 
o Missal na tranversal no lado do Evangelho e espera o Padre. Ele faz os três sinais da Cruz quando o Padre diz 
“Sequentia Sancti...”, e espera o Padre pronunciar o nome de Jesus, diante do qual ele faz uma ligeira inclinação 
com a cabeça. Ele se retira por fora do altar para o lado da Epístola, e fica virado para o Padre. Quando ele 
passa no meio do altar ele faz uma genuflexão.
6) Se o Padre vai fazer Homilia, ele pode sentar quando o Padre começar. Se não, ele se ajoelha no lado da 
Epístola. No começo do Ofertório, o Padre se dirige aos fiéis e, quando fala “Oremus”, o coroinha se levante e vai 
em direção à credência.
7/8/9) Ele toma as galhetas do vinho (mão direita) e da água (mão esquerda) numa posição tal que fique fácil 
para o Padre pegá-las (ou seja, com as alças viradas para o Padre). Sempre que o Padre se aproximar do 
coroinha, este deve fazer uma inclinação com a cabeça e com o corpo. O coroinha beija a galheta do vinho e a 
entrega para o Padre. Ele passa a galheta da água para a mão direita e a beija também. Ele recebe a galheta 
do vinho na mão esquerda e a beija; ele oferece ao Padre a da água, que a abençoa antes de pegar. Ele recebe a 
galheta da água também na mão esquerda e a beija. Depois ele deposita as galhetas sore a credência e pega a 
água, a bacia e a toalha do lavabo, que ele coloca no seu braço esquerdo.Depois que o Lavabo houver 
terminado, ele deposita o material sobre a credência e pega o sino e volta para se ajoelhar do lado da Epístola
10) Depois do Prefácio, no “Sanctus”, ele toca o sino três vezes. No “Hanc Igitur”, ele toca o sino uma vez. O 
coroinha saberá que o Padre está no “Hanc Igitur” porque o Padre estenderá as duas mãos sobre pão e o 
vinho. Depois de tocar o sino, ele espera um pouco apenas e sobe o altar, na transversal, para ficar no 
mesmo nível do Padre, e perto dele.
11/12/13) Depois da consagração do Pão no Corpo de Nosso Senhor, o coroinha se inclina quando o Padre 
ajoelha e toca uma vez o sino. Na elevação, ele volta à posição ereta e toca o sino três vezes, levantando 
um pouco a Casula do Padre. Na segunda genuflexão, ele se inclina novamente e toca o sino uma vez. O 
mesmo ocorre na consagração do vinho. Depois de tocar o sino pela última vez, o coroinha desce todos os 
degraus, faz uma adoração (genuflexão) no centro do altar, e volta a se ajoelhar no primeiro degrau, no 
lado da Epístola
14) No final do Cânon, o Padre irá colocar o Corpo de Nosso Senhor em cima do Cálice, e irá fazer uma 
“Pequena Elevação”. Nessa hora, o coroinha deverá soar o sino uma vez
15) O coroinha continuará ajoelhado no primeiro degrau no lado da Epístola depois do final do Cânon, do PaiNosso e do “Agnus Dei”. Quando o Padre disser “Domine non sum dignus” pela primeira vez, o coroinha toca o 
sino uma vez; na segunda vez que o Padre falar, ele toca o sino duas vezes, e na terceira, ele toca o sino três 
vezes.
16/17) Em seguida, o coroinha se levanta e vai buscar a patena da comunhão e deixar o sino na credência. Ele 
retorna para o mesmo lugar onde estava ajoelhado anteriormente. Assim que o Padre terminar de Comungar o 
Sangue de N.S.J.C., o coroinha reza o Confiteor. Depois que o Padre dá a absolvição, o coroinha se levanta e se 
ajoelha no mesmo nível do Padre, que vai se virar para os fiéis e dizer o Ecce Agnus Dei.
O coroinha responde e comunga. Depois ele se levanta e, sempre à direita do Padre, 
acompanha a Hóstia com a patena (a patena deve acompanhar a hóstia, e não o Padre)
18) Terminada a comunhão, o coroinha entrega imediatamente a patena ao Padre e se ajoelha no primeiro 
degrau no lado da Epístola. ENQUANTO O SACRÁRIO ESTIVER ABERTO, O COROINHA TEM DE FICAR 
AJOELHADO. Quando o Padre estiver terminando a purificação da patena, o coroinha se levanta e vai pegar 
as duas galhetas na credência (vinho na mão direita e água na mão esquerda).
19) Quando o Padre fizer o sinal, o coroinha se aproxima do Padre e coloca um pouco de vinho no Cálice e 
volta para o lado da Epístola. O Padre vai ao encontro do coroinha para purificar os dedos, e ele derrama 
primeiro vinho e depois água sobre os dedos do Padre, até que ele faça sinal para parar. Em seguinda, ele 
deposita as galhetas na credência.
20/21/22) Em seguida, o coroinha desce e sobe os degraus na transversal para pegar o Missal, e faz o mesmo 
movimento para levá-lo ao lado da Epístola. Ele vai por fora do altar para se ajoelhar no lado do Evangelho. 
Depois que o Padre dá a bênção final, o coroinha se levanta e faz três vezes o sinal da Cruz e passa para o lado 
da Epístola, se ajoelhando no meio do altar. Ele fica virado para o Padre. 
As orações finais se fazem de joelhos no primeiro degrau. O coroinha sai à frente do Padre.

Fonte: http://dc260.4shared.com/doc/ixYyrppV/preview.html